Opinião

Não a anistia, para sempre

Por Paulo Mattos

O Parlamento brasileiro atual, constituido por lobistas interessados apenas e tão somente em seus interesses particulares, deixa uma marca indelével na configuração legislativa do país: a inamobilidade com relação aos verdadeiros interesses da soiedade brasileira, o descaso com o desenvolvimento efetivo do Brasil, o desintesse deliberado pelo avanço nas propostas que signifique melhoirias na economia, educação, saúde, infra-estrutrura viária, aeroportuária, industrial, ambiental, etc.

O ano pasado foi dedicado aos interesses particulares de Jair Bolsonaro, principalmente à tentativa ilegal, inconstitucional de premiar o dito cujo com uma imerecida anistia, que, concedida, legalizaria todos os seus atos criminosos e de sua organização criminosa, constituida por generais e civis de todas as más espécies de cidadãos, desfiugurando assim a Constituição Federalç e as leis infra-constritucionais que deveriam ser respeitadas num país democrático como o nsoso.
Embora suas viúvas, de Bolsonao, tentem alimentar a opinião pública com suas fake news, mentiras, invenções e inversões da verdade, o fato cristalino é que os crimes praticados pelos acsados e condenados na primeira leva da Ação Penal contra os golpístas bandidos enontram-se devidamente materializados em elementos suficientes de provas, tanto que os autores sido condenados, não só pela Justiça Pública, mas também pela maioria da população brasileira, inconformada com as ações criminosas de Bolsonaro e seus cúmplices.

Não vou aqui novamente elencar os crimes cometidos e nem discorrer a respeito da gravidade de cada uim deles.
O que parece, no entanto, alimentar os agenciadores da ilegalidade, consubstanciada numa proposta de anistia a bandidos irrecuperáveis e que não merecem, sob todos os ângulos, esse benefício, é a vontade de deslegitimar a Justiça Brasileira, transformando essa consagrada instituição num simulacro de aplicação das leis, que, no entender desses Deputados e Senadores incapazes do exercício verdadeiramente parlamentar, deve ser extinta para dar guarida a criminoss hediondos como Jair Bolsonaro e seus copanheiros delinquentes.

Não se sabe as raões psicológicas que movem esses personagens horríveis de nossa representatividade. Se amor a Jair Bolsonaro, amor ao opróbrio, à desconstrução do país, do desrespeito às vidas que se consumiram covardemente na pandemia, sob os risos e aplausos desse ser monstruoso; ao seu desrespeito ao meio ambiente e a perseguição àqueles que tentaram dar continuidade a programas de preservação ambiental; da corrupção verificada na compra de vacinas, na atuação criminosa de pastores como representantes de seu desgoverno na distribuição de verbas a municípios e a interessados e interesseiros; no desprezo a jornalistas, negros, minorias e a todos aqueles que tentavam exercir um comproimetimento crítico à monstruosidade criminosa que foi o desgoverno Jair Bolsonaro.

Mas o que determinou a sua condenação foram as suas ações criminosas contra o Estado Brasileiro, as práticas anti-democráticas que fazia questão de desrespeitar as nossas instituições, os homens que as compõe; o seu plano, seu projeto de assenhorear-se ilegitimamente do poder, tornando-se o novo ditador das Américas, sob o conuo de alguns altos integrantes das Forças Armadas; o seu projeto de matança generalizada de autoridades e civis, à critério de sua perversão humana e da maldade que impera em seu coração.

Os atos criminosos praticados por Jair Bolsonaro encontram-se comprovados em enrevistas, documentários, reportragens jornalísticas, vídeos profissionais ou caseiros, e que circulam nas redes sociais como elementos probantes de seu banditismo, de sua degeneração moral, de seu desamor ao Brasil e aos brasileiros. Seus crimes tem embasamento em suas maldades, em sua conspurcada vida degenerada de bandido, desde quando ainda oficial do Exército Brasileiro, que desrespeitou flagrantemente.
Um monstro,m na essência.
E outros monstros, que agem igual pensam igual e não tem um projeto de Brasil, indignos do exerício parlamentar, tentam salvar da aplicação legal e virtuosa da Justiça.

Foto: Agência Brasil

PAULO MATTOS É Formado Perito Criminal pela Academia de Polícia Civil do Paraná. Foi Escrivão de Polícia Civil da Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso. Professor da Academia de Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso. Trabalhou como Assessor Parlamentar, na Câmara Municipal de Cuiabá. Tem artigos publicados em vários jornais, como O Estado de Mato Grosso (extinto), O Dia (Extinto), Diário de Cuiabá, A Gazeta, dentre outros. Analista político cuiabano, defensor ferrenho dos costumes e tradições de nossa terra.

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