Opinião

O desmonte do SAMU e a falta de empatia do atual governador de Mato Grosso

O médico Fernando Figueira, responsável pela a área que coordena o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência em todo o país  é o responsável, dentro do Ministério da Saúde, é quem cuida da engrenagem nacional.afirmou que em Mato Grosso a máquina foi desmontada, pelo atual governador  Otaviano Pivetta.
Um diagnóstico curto, grosso e sem anestesia. O serviço que agora é prestado pelo Corpo de Bombeiro Militar, ignora regras básicas do Sistema Único de Saúde. o serviço não tem médico responsável.
Bombeiros entende de resgates, não de regulação médica, misturar essas funções, emergência vira improviso. Disse o médico Fernando Figueira.
Em uma visita técnica realizada em Cuiabá, foi constatado que seis das dez unidades estavam fechadas, as outras operavam pela metade, como se a urgência aceitasse expediente reduzido.
Teve casos em que duas equipes foram enviadas para a mesma ocorrência, em outros, nenhuma equipe foi prestar atendimento, uma desorganização generalizada, afirmou.
A demissão de 56 profissionais reduziu muito a capacidade de atendimento e socorro às vítimas, âmbulância parada não salva ninguém. Disse o deputado Lúdio Cabral. No Brasil, o serviço atinge uma média de 88%, enquanto aqui não passa de 58%, deixando o estado entre os piores do ranking.
O serviço do SAMU é custeado em 50% pelo Governo Federal, 25% pelo estado e 25% pelo município, o atual governador, anexou o Samu ao Corpo de Bombeiros Militar a título de economizar rcursos. Resta a pergunta: um estado que tem a terceira maior renda per capita, do país, com aproximadamente R$ 74,6 mil por pessoa (com dados consolidados de 2023-2025). precisa economizar em prioridades como emergência? Conversa fiada não tem sirenes nem salva vidas.
O que falta de verdade é gestão e empatia. Esse dsespenho, não dá para maquiar com discurso de campanha.
José Carlos Garcia/da editoria