Opinião

Não era doação, era propina: a acusação de Vorcaro sobre Tarcísio e Kassab

Ex-controlador do banco alega contrapartida financeira; citados negam irregularidades.

A crise em torno do Banco Master avançou sobre a política paulista e nacional com a revelação de trechos da proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro.

O ex-banqueiro sustenta que os R$ 5 milhões doados oficialmente às campanhas de Jair Bolsonaro (R$ 3 milhões) e de Tarcísio de Freitas (R$ 2 milhões) na eleição de 2022 não foram gestos desinteressados de apoio eleitoral, mas contrapartidas financeiras negociadas como propina.

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