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Saiba quem indicou os atuais ministros do STF e quando eles se aposentam

Nesta semana, ministros decidirão sobre o relatório da Polícia Federal envolvendo Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro

 

O STF (Supremo Tribunal Federal) é composto por 11 cadeiras, mas atualmente conta com 10 ministros em exercício. A vaga em aberto é decorrente da aposentadoria antecipada do ministro Luís Roberto Barroso.

A distribuição das 10 indicações pelos presidentes da República ocorreu da seguinte forma:

Ministros indicados por Luiz Inácio Lula da Silva (4 ministros)

  • Cármen Lúcia — Nomeada em 2006; aposentadoria compulsória: 19 de abril de 2029.
  • Dias Toffoli — Nomeado em 2009; aposentadoria compulsória: 15 de novembro de 2042.
  • Cristiano Zanin — Nomeado em 2023; aposentadoria compulsória: 15 de novembro de 2050.
  • Flávio Dino — Nomeado em 2024; aposentadoria compulsória: 30 de abril de 2043.

Ministros indicados por Dilma Rousseff (2 ministros)

  • Luiz Fux — Nomeado em 2011; aposentadoria compulsória: 26 de abril de 2028 (será a próxima saída programada do tribunal).
  • Edson Fachin (atual presidente) — Nomeado em 2015; aposentadoria compulsória: 8 de fevereiro de 2033.

Ministros indicados por Jair Bolsonaro (2 ministros)

  • Kassio Nunes Marques — Nomeado em 2020; aposentadoria compulsória: 16 de maio de 2047.
  • André Mendonça — Nomeado em 2021; aposentadoria compulsória: 27 de dezembro de 2047.

Ministro indicado por Michel Temer (1 ministro)

  • Alexandre de Moraes — Nomeado em 2017; aposentadoria compulsória: 13 de dezembro de 2043.

Ministro indicado por Fernando Henrique Cardoso (1 ministro)

  • Gilmar Mendes (Decano da Corte) — Nomeado em 2002; aposentadoria compulsória: 30 de dezembro de 2030.

Julgamento de Moraes

Pela primeira vez na história, o STF se organiza para analisar, na próxima terça-feira (15), a atuação de um de seus magistrados em exercício.

A Corte vai julgar a validade do relatório da Polícia Federal que reuniu registros de conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Se o documento for validado, os ministros decidirão se há elementos suficientes para encaminhar o caso de Moraes à PGR (Procuradoria-Geral da República).

R7

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