Geral

Cuiabá se aproxima de mil casos de dengue; alta é de 4,2%

Capital soma 931 registros de transmissão local em 2026; balanço também aponta 65 casos de chikungunya.

Cuiabá acumula 931 casos de dengue contraídos no próprio município em 2026, um aumento de 4,2% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são do boletim epidemiológico atualizado em 29 de outubro e divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

A atualização incorporou 47 registros ao balanço: seis correspondem à 42ª Semana Epidemiológica e outros 41 são de semanas anteriores. Esses casos retroativos passam a integrar o acumulado do ano, mas não representam novas infecções ocorridas em uma única semana.

Além da dengue, a capital registra 65 casos confirmados de chikungunya com transmissão local, sem mortes pela doença. Ambas são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, também vetor da zika. Para esta última, não houve novos registros na semana analisada, e o município permanece sem óbitos confirmados em 2026.

Mais de 29 mil depósitos eliminados

O balanço das ações de controle do mosquito aponta que 29.015 depósitos foram eliminados e outros 114.317 receberam tratamento. Somadas, as duas medidas alcançaram 143.332 depósitos.

A SMS também informou 958.373 registros de imóveis vistoriados e 100.614 de imóveis tratados. A divulgação não esclarece se esse total contabiliza visitas repetidas aos mesmos endereços ao longo das ações de combate ao mosquito.

Prevenção nas residências

A orientação da Vigilância em Saúde Ambiental é verificar quintais e áreas externas, retirar recipientes que possam acumular água e manter caixas-d’água tampadas. Calhas, vasos de plantas, pneus e garrafas também precisam de atenção.

A secretaria orienta ainda que os moradores recebam os agentes de combate às endemias. Durante as visitas, os profissionais identificam possíveis criadouros, orientam sobre a prevenção e executam medidas de controle do mosquito. A eliminação de água parada deve fazer parte da rotina, inclusive fora dos períodos de maior incidência das doenças.

Leiagora

Foto: divulgação

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *