Opinião

Então é Natal, o que você fez?

Então é Natal, o que você fez?
O ano termina e começa outra vez. Então é Natal, a festa cristã, como diz a canção na voz de João, Simone e de tantos outros cantores pelo mundo afora. Uma canção linda, que toca os nossos corações quando a ouvimos.

Nessa época do ano, todos festejam, trocam presentes, comem em mesas fartas, sob árvores iluminadas, adquiridas na Shopee ou em qualquer loja por aí.

À meia-noite, todos se abraçam, trocando votos de “Feliz Natal e Próspero Ano Novo”, promessas de arrependimento e mudanças nos hábitos diários, que são esquecidas logo pela manhã. Do aniversariante, quase não se lembram, a não ser com palmas, como se isso o agradasse. Estão embriagados pela fartura posta à mesa.

O Mestre Jesus prefere que você comemore o Natal todos os dias do ano, com gestos de amor ao próximo e com doçura no seu comportamento. Isso é agradável aos olhos do Mestre. Enquanto você se farta em mesas suntuosas, cheias de pratos deliciosos preparados com muito esmero, outros, bem ali ao lado — debaixo de viadutos, em marquises ou até mesmo ao relento — não têm um pedaço de pão para saciar a fome. Isso não é ser cristão, é ser hipócrita, pois o próprio Jesus nos ensinou a repartir o pão.

Infelizmente, falsos cristãos estão por aí, por todo lado, até mesmo dentro das igrejas. Cristãos de araque, que olham apenas para o próprio umbigo; o próximo que se dane. São crentes que carregam a Bíblia debaixo do braço, mas não a leram, ou, se leram, não entenderam nada da mensagem cristã.

O presépio do Natal muitas vezes está bem ao lado, mas os fariseus atuais não fazem questão de enxergar, ou não querem ver. Isso é a repetição daqueles que gritaram “Libertem Barrabás”, pois em seus corações não passa um pingo de remorso.

Então é Natal  e o que você fez?

Por José Carlos Garcia

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