Opinião

Editorial: É preciso pesar a mão contra os irresponsáveis no trânsito

Muito se tem escrito e falado sobre o trânsito local, muitas opiniões, reclamações, sugestões e críticas não tem faltado, mas para a diminuir o grande volume de acidentes diários é preciso investimentos altíssimos.

O secretário Thales Tati, da Secretaria Municiapal de Mobilidade Urbana – SEMOB,  tem se esforçado para que este índice diminua, desde que assumiu a pasta ele tem criado dispositivos para melhorar a fluídez do trânsito, desafogando os principais gargalos, num esforço constante e permanente. O engenheiro Thales Tati, tem trabalhado duro na questão da sinalização e manutenção do sistema semafórico, que é antigo e ultrapassado.

Logo que assumiu a SEMOB, Thales e sua equipe tem desenvolvido campanhas de concientização, levando para as ruas informações sobre o comportamento de cada “ente” e suas responsabilidades com o trânsito, foi feito distribuíção de panfletos informativos, palestras em escolas e conversas informais com condutores e pedestres, levando informações importantes.

Agora a equipe da Secretária de mobilidade, desenvolveu a escolinha de trânsito itinerante, com equipamentos e informações que são levados para as escolas do município onde são aplicadas instruções, como, atravessar a faixa de pedestre, e conhecimento da sinalização, e como é importante conhecer estes sinais. O objetivo principal é orientar as crianças desde tenra idade, para no futuro sejam cidadão concientes e responsáveis com o trânsito.

O grande problema atual é a falta de conciencia e responsabilidade dos condutores e pedestres que circulam pelas via públicas de nossa cidade, esse é o desafio do secretário.

Basta observar a quantidade de veículos estacionados irregularmente, sobre calçadas, em locais probidos, em espaços resevados para idosos e deficientes, até na contra mão, certos condutores pensam que tem esse direito. É inadimissível que uma cidade do porte de Rondonópolis conviva com tantos irresponsáveis, que se acham acima da lei.

Os motoqueiros são um caso à parte (não é o mesmo que motociclistas), esses dos rolezinhos, dos escapamentos adulterados, os sem noção e sem habilitação, essa molecada irresponsável do grau, que saem para as ruas afim de pertubar o sossego e a paciência do cidadão trabalhador. A irresponsabilidade desses individuos é levada as últimas consequências, quando provoca acidentes, que quando não morrem, ficam com sequelas pelo resto da vida, enchem os leitos dos hospitais, ocupando vaga que poderia atender um paciênte grave e urgênte,  gerando custos altíssimo para o sistema de saúde.

Para ajustar essa loucura que se tronou o trânsito local é preciso sim, efetivar o Pátio de Apreensão, colocar a PM para fazer blits, recolhendo os veículos irregulares pesar a caneta, contra os condutores que se acham donos das ruas. Entendemos que não só blits, mas uma fiscaslização forte contra os condutores que insistem em estacionar em local proibido, trafegar na contra mão, dirigir falando ao celular e ai vai. Chega de tolerar o intolerável, chaga de passar pano para os que se acham acima da lei.

 

José Carlos Garcia/editoria

 

 

 

 

 

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