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Magno Malta é acusado de agredir enfermeira em hospital de Brasília e reacende seu histórico polêmico

O senador Magno Malta (PL-ES), mais uma vez se envolve em escândalo, ele é acusado dar um tapa na cara de uma enfermeira que o atendia no Hospital DF Star. A profissioinal não só o acusou de tal ato como abriu um boletim de ocorrência contra ele.

O senador em pauta, já esteve envolvido em diversas polêmicas ao longo de sua carreira política, com destaque para atuações em CPIs, acusações de calúnia e envolvimento em investigações de corrupção. Sem contar as vezes que se apresnta bebado no Plenario do senado. Como ali é casa de mãe Joana, nunca goi reprendido formalmente, muito menos retirado da sessão.
Veja alguns casos em qua o “Pastor”, foi acusado 
  • Acusação Falsa na CPI da Pedofilia (2010): Malta, que presidia a CPI da Pedofilia, foi o principal articulador da acusação contra o cobrador de ônibus Luiz Alves de Lima, acusado falsamente de estuprar a própria filha de dois anos. O homem foi preso, torturado, perdeu a guarda da filha e a visão de um olho antes de ser inocentado anos depois.
  • Calúnia contra o Ministro Barroso (2022): O plenário do STF recebeu uma queixa-crime do ministro Luís Roberto Barroso contra o ex-senador por calúnia. Malta afirmou falsamente, em um evento político, que o ministro “batia em mulher” e respondia a processos, o que o STF constatou ser inverídico.
  • Caso das Ambulâncias (Máfia dos Sanguessugas – 2006): Malta foi investigado por suposta participação em um esquema de aquisição fraudulenta de ambulâncias para prefeituras. Embora o relatório parcial da CPI tenha sugerido seu envolvimento, ele foi posteriormente absolvido pelo Conselho de Ética do Senado por insuficiência de provas de percepção de vantagem indevida.
  • E agora a denúncia de Agressão a Profissional de Saúde (2026): Recentemente, uma técnica de enfermagem relatou ter sido agredida pelo senador durante a realização de uma angiotomografia, alegando que ele a agrediu após uma interrupção técnica no exame. O senador negou a agressão e alegou ser vítima de “falsa comunicação de crime”. [1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8]

O senador Magno Malta (PL-ES) voltou ao centro de uma controvérsia após ser acusado de agressão por uma profissional de saúde no Hospital DF Star, em Brasília. De acordo com relato da enfermeira, o parlamentar teria desferido um tapa durante o atendimento. A profissional registrou boletim de ocorrência. Procurado, o senador nega a acusação e afirma ser vítima de falsa comunicação de crime.

O episódio reacende o histórico de polêmicas envolvendo o nome do parlamentar ao longo de sua trajetória política. Malta já esteve em evidência em diferentes momentos, seja por sua atuação em comissões parlamentares de inquérito (CPIs), seja por declarações públicas que geraram questionamentos judiciais.

Entre os casos mais conhecidos está a acusação feita durante a CPI da Pedofilia, em 2010, quando um cobrador de ônibus foi apontado como suspeito de crime contra a própria filha. O acusado sofreu abusos na cadeia, foi espancado, perdeu a visão de um dos olhos. Posteriormente, a Justiça reconheceu a inocência do acusado. Outro episódio ocorreu em 2022, quando o ministro Luís Roberto Barroso ingressou com queixa-crime por calúnia após declarações atribuídas ao senador; o caso foi analisado no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF).

O nome de Malta também apareceu nas investigações da chamada “Máfia das Sanguessugas”, esquema relacionado à compra de ambulâncias com recursos públicos. À época, ele foi investigado, mas acabou absolvido pelo Conselho de Ética do Senado por falta de provas de irregularidades. O mesmo senado que não o repreende formalmente quando ele vai bebado às sessões  do plenário.

Outro  caso notório envolvendo o parlamentar, foi quando a Polícia  Federal o indiciou pela suspeita de receber um carro em troca da apresentação de emenda ao orçamento ocorreu em maio de 2007.

A nova denúncia, envolvendo suposta agressão a uma profissional de saúde durante exame médico, ainda deve ser apurada pelas autoridades. O caso segue em investigação, e não há, até o momento, decisão judicial sobre o ocorrido.

Da redação

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