Polícia

Homem é preso suspeito de castrar gatos domésticos clandestinamente

A Polícia Civil apreendeu instrumentos cirúrgicos e medicamentos usados em procedimentos clandestinos após denúncia anônima.

Homem é preso suspeito de castrar gatos domésticos clandestinamente

Um homem foi preso em flagrante na quarta-feira (2), durante a ‘Operação Quatro Patas’, da Polícia Civil, para apurar a castração clandestina de animais domésticos em Tangará da Serra (250 km de Cuiabá). A operação cumpriu três mandados de busca e apreensão e resultou na coleta de materiais cirúrgicos, medicamentos e instrumentos usados ilegalmente em procedimentos veterinários.

As diligências foram iniciadas a partir de uma denúncia anônima, que apontava uma residência no bairro Jardim dos Ipês sendo usada para práticas veterinárias sem qualquer habilitação técnica ou autorização legal. Durante a vigilância no local, os policiais observaram quando um veículo parou em frente à casa e um gato foi entregue à condutora após o suposto procedimento de castração.

Com mandados judiciais expedidos pela Vara Criminal da cidade, a equipe da Polícia de Tangará da Serra entrou no imóvel e confirmou a atividade ilegal. No local, foram apreendidos seringas, anestésicos, antibióticos e instrumentos cirúrgicos.

O morador da residência foi conduzido à delegacia, onde foi interrogado e autuado em flagrante por maus-tratos a animais (Lei 9.605/98) e exercício ilegal da profissão (art. 282 do Código Penal). Ele permanece à disposição da Justiça.

As investigações seguem para identificar possíveis cúmplices e outros casos semelhantes na região.

Crimes com animais

Há poucas semanas, em Cuiabá, Larissa Karolina Moreira, de 28 anos, foi presa preventivamente pela Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), acusada de maus-tratos e morte de animais. A mulher ainda é investigada, junto de seu companheiro, Willian Angonese, pela suspeita de zoofilia. A prisão ocorreu em 13 de junho, a partir da denúncia de que um gato adotado por ela foi morto e jogado em um terreno.

Durante as investigações, foram ouvidas 11 testemunhas, coletadas imagens e encontrados três corpos de gatos. As evidências indicam que Larissa e seu companheiro adotavam animais por meio de ONGs e os maltratavam.

O companheiro, William, responde em liberdade, alegando que Larissa é a única responsável pelos crimes.

Leiagora
Foto: Reprodução/PJC-MT

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