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Dia do Folclore/ Cinco obras brasileiras para comemorar a data

Quem não conhece o negro, de uma perna só, com uma barreta vermelha e um cachimbo na boca, que adora fazer travessuras? E o anão, de cabelos vermelhos e pés ao contrário? Mas talvez você não saiba como é reconhecida a morte e a ressurreição de um boi? Saci, Curupira e Bumba Meu Boi, entre tantos outros, são personagens que representam lendas dFolclore Brasileiro, festejado em 22 de agosto desde 1965.

O Folclore reúne práticas e saberes de determinada cultura, passadas de geração em geração. Assim, alguns dos objetos do costume são festas, comidas típicas e contos populares. Entre as principais superstições estão o Saci-pererê, Curupira e Bumba meu boi ou Boi-bumbá. A data comemorativa visa a garantir a preservação do acervo histórico e incentivar os estudos na área. Por isso, o Metrópoles elencou cinco obras sobre o assunto para ler ainda em 2021.

Significados/ReproduçãoBumba meu boi
A festa Bumba meu boi está entre as principais tradições do Folclore Brasileiro

A data

Quem inventou o termo Folclore foi o arqueólogo William Thoms. Na ocasião, ele enviou uma carta ao periódico inglês Athenaeum, em 22 de agosto de 1846. Por meio do documento, ele sugeria que todo conjunto de tradições populares fosse compreendido pela palavra “folklore” – folk, de povo, e lore, ciência, saber.

No Brasil, o Dia do Folclore foi oficializado em 1965, por meio do decreto federal de número 56.747. Nomes como Mário de Andrade (1893-1945) e Câmara Cascudo (1898-1986) se destacaram no gênero popular.

 
  • Confira cinco livrospara entender melhor o Folclore Brasileiro:

Nas Águas do Rio Negro, por Drauzio Varella | Editora Companhia das Letrinhas

O autor mergulha no terreno da fantasia e do folclore da região do Rio Negro. Na obra, relata o que aconteceu certo dia, em uma viagem, em que adormeceu sozinho numa rede do barco, entretido com as estrelas e a lua cheia.

 

Mata, por Heloisa Prieto | Editora Companhia das Letrinhas

A beleza do boto, a horripilante bruxa amazônica, a generosidade da Mãe d’água e outros mistérios são narrados, na história de Heloisa Prieto, por dona Mariana. Ela é uma das personagens mais interessantes da tradição da Encantaria, que teve origem no Pará e no Maranhão.

A obra de Cascudo constrói um painel sobre aspectos do folclore e da etnografia brasileira. Para isso, a antologia reúne 100 textos de autores brasileiros e estrangeiros.

Quem Tem Medo de Curupira, por Zeca Baleiro | Editora Companhia das Letrinhas

Em tom musical, Quem Tem Medo de Curupira, do cantor e compositor maranhense Zeca Baleiro, conta a história do Curupira, da Mãe-D’água e do Saci.

 

Viagem pelo Brasil em 52 Histórias, por Silvana Salerno | Editora Companhia das Letrinhas

Silvana Salerno reúne lendas e contos populares tradicionais das cinco regiões do Brasil na obra. Viagem pelo Brasil Em 52 Histórias traz quadros explicativos com fotos e desenhos sobre a geografia, botânica, zoologia, história, economia e cultura do país.

 
Metrópoles

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