MT : “Casal tinha pacto de morte em caso de traição”, diz testemunha de caso.

O acordo previa que um não poderia trair o outro. Caso isso acontecesse, a pessoa traída poderia matar o traidor.

A testemunha do caso sobre a morte do empresário Toni da Silva Flor, ocorrido em agosto do ano passado, disse que ele a esposa, presa pelo crime, tinha um pacto em caso de traição. A declaração foi dada durante depoimento à Polícia Civil. 

Conforme informações, a testemunha e seu marido eram amigos do casal, que teria um relacionamento conturbado, com muitas idas e voltas e brigas. 

A amiga do casal certa vez teria sido procurada por uma conhecida, que lhe confidenciou um segredo. O acusado e preso por executar o crime, Igor Espinosa, havia sido visto em uma festa vangloriando-se de ter matado um lutador de jiu-jitsu, que, se soube depois, seria Toni.

Além disso, o criminoso alegou ainda que o assassinato havia sido encomendado pela viúva da vítima, que apanhava com frequência. Na ocasião, Igor teria mostrado fotos de Ana Cláudia com hematomas e dito que aceitou o “serviço” sensibilizado com a situação da suspeita. 

O pacto

Dias antes do homicídio, Toni teria contado ao marido da testemunha suas intenções de se divorciar de Ana Cláudia. Ele havia conhecido outra mulher, com quem passou a manter um relacionamento extraconjugal. 

O marido confessou a traição a suspeita, e disse ter o interesse de se divorciar. 

Para a amiga, Ana Cláudia contou, antes mesmo do assassinato do marido, que os dois tinham um pacto. O acordo previa que um não poderia trair o outro. Caso isso acontecesse, a pessoa traída poderia matar o traidor. 

Além disso, a suspeita confidenciou que o casal cogitou registrar esse acordo em cartório. Após o assassinato do marido, Ana Cláudia teria retomado o assunto várias vezes com a amiga. 

GazetaMT

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